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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Benefícios da Romã - 1


As capacidades medicinais da fruta são conhecidas desde a antiguidade. Sabe-se que a romã é uma fruta antioxidante, mineralizante e refrescante.

Tem origem no oriente médio, mas especificamente na Ásia Menor. Nativa e domesticada no Irã (antiga Pérsia). Cultivada no mediterrâneo, sendo Israel, um de seus grandes produtores. É uma planta que se adapta a climas tropicais e subtropicais, até no semiárido. A romã é a fruta da romãzeira.

No Brasil, a romã chegou através dos portugueses. Aqui se acha dois tipos de romã (a vermelha e a amarela). A amarela é nacional, ela tem maior quantidade de sementes do que a vermelha, e a sua casca é mais grossa. No sabor não há diferença. As sementes têm gosto meio ácido.

É uma fruta exótica e milenar. Existem registros de restos da fruta em túmulos egípcios com mais de quatro milênios. É usada desde a antiguidade por diversas culturas. A romã possui uma importância histórica grande, uma vez que faz parte do contexto cultural de muitos povos. Para os gregos, a fruta era consagrada a Deusa do amor e da beleza, Afrodite. É uma das plantas, que na tradição israelita, que por ela Deus abençoou a terra santa. E ainda, para os judeus, a fruta simbolizava a esperança de que o ano novo que se iniciava seria melhor do que o que se passara. Em Roma, era um símbolo de ordem e riqueza. Na cultura libanesa, não pode faltar na mesa do Natal, e tem a simbologia de união de todos os homens e mulheres do mundo por causa de suas sementes muito juntas.

A romã é uma fruta de extrema importância no inconsciente coletivo, é citada por William Shakespeare em “Romeu e Julieta“, entre outros clássicos da literatura.

O maior exportador de romã é a Espanha; Turquia e Tunísia produzem também. O maior comprador mundial é a Inglaterra, sendo usada principalmente, em zonas de mineração, uma vez que a fruta é benéfica mediante a contaminação de metais pesados.

A "Punica Granatum", o nome científico da romã, é uma fruta que possui propriedades úteis no combate a doenças cardíacas, para enxaquecas, para febre, para afecções nos olhos, atua na prevenção do envelhecimento, e como vermífugo. Segundo o herbário chinês, a romã aumenta a longevidade. A fruta vem sendo considerada uma moderna fonte medicinal.

Possui substâncias antioxidantes e antiinflamatórias que ajudariam no tratamento de doenças. É abundante em água, tem baixa quantidade de gorduras e pouquíssimas calorias. Rica em potássio, cálcio, ferro e fósforo. E tem ainda, minerais como, magnésio e sódio. Também possui vitamina A, tanino e vitaminas do complexo B, como a B6, e ácido pantatênico, e ainda, vitamina C, E, e é composta de carboidratos, água e proteínas. Composição nutricional: Em 100 gramas: 62 calorias; proteínas: 95 gramas; carboidratos: 17,17 gramas; vitamina C: 6,1 mg; fibra: 0,2 grama; Provitamina A: 3,5 mcg; Cálcio 8 mg; magnésio: 3 mg.

Pesquisas das Universidades de Harvard e de Wiscosin-Madison nos Estados Unidos mostraram que a romã tem uma quantidade surpreendente de antioxidantes de primeira linha (um deles é o ácido elágico, responsável pela cor vermelha das sementinhas). Um desses poderosos antioxidantes naturais, que é um tipo de flavonóide mais eficiente na prevenção de problemas cardíacos e de colesterol do que o existente no tomate, na casca da uva( e conseqüentemente no vinho e no suco de uva) e no chá verde. Por isso, a romã é capaz de neutralizar quase duas vezes mais radicais livres que o da casca de uva (suco de uva e derivados), e sete vezes mais que o chá verde. Ou seja, é poderosíssima contra o envelhecimento.

O suco de romã é usado para combater colesterol e problemas cardíacos no Lipid Research Laboratory, do Rambam Medical Center em Israel. Lá são administrados suco de romã em pacientes com estenose nas artérias carótidas, isto é o estreitamento nas artérias que levam sangue ao cérebro. Os resultados foram rápidos e impressionantes. Os melhores foram observados ainda no primeiro mês de tratamento. Suas pesquisas também relatam sobre pacientes de alto risco, sérios candidatos a implantes e ponte de safena, que conseguiram evitar a cirurgia apenas com o suco de romã. E para isso, basta um copo de suco de romã ao dia, para a redução de doenças cardíacas.




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Benefícios da Romã - 2


O suco de romã abaixa a pressão arterial, e é antibactericida. É excelente como tratamento de acne e rejuvenescedor da pele. Já que combate rugas e "pneuzinhos". Contém catequinas, que são mestres em neutralizar radicais livres. A Romã tem betasitosterol, um fitoquímico que ajuda a diminuir os efeitos do cortisol, hormônio que provoca gordura abdominal. Como se fosse pouco, ainda tem ação antiinflamatória. O que significa menos celulite, visto que combate a inflamação das células e melhora a circulação, amenizando os temíveis furinhos nas coxas, glúteos e abdômen. A romã livra o fígado de toxinas. Deixando-nos mais resistentes à infecção urinária. É o tipo de "faxina" que estimula o metabolismo e a queima de gordura, otimizando a dieta hipocalórica de quem deseja perder uns quilinhos. Portanto, facilita a perda de peso.

Considerado um poderoso afrodisíaco, já que as últimas pesquisas de Harvard, atestaram o aumento da potência sexual de quem consumia seu suco com regularidade. Pois melhora a vascularização, ou seja, irriga melhor os órgãos sexuais. Existem artigos científicos que chamam a fruta de “Viagra natural”. Mas o que pouca gente sabe é que os fitoquímicos (ácido fenólico e elágico) presentes em grande quantidade na fruta também estimulam a libido. Homens e mulheres, entre 21 e 64 anos, apresentaram um aumento de até 60% nos níveis de testosterona durante o período que tomaram o suco concentrado de romã, segundo um estudo da Queen Margaret University, em Edimburgo, na Escócia. A mesma pesquisa revelou mais benefícios da fruta: melhora o humor e a memória, além de aliviar o estresse.

A romã tem ação no desequilíbrio da flora vaginal. E assim, previne a candidíase, infecção causada por fungos. Para mulheres que tem leucorréias (corrimentos) recorrentes são indicados banhos de assento diários com o chá de romã até a remissão do quadro clínico (na maioria dos casos, em três banhos já acontece a regressão).

Além disso, o suco de romã tem sido utilizado em pesquisas em mulheres pós-menopáusicas, na prevenção de problemas cardíacos e de osteoporose.

Sua casca fervida em água, o líquido apurado serve para gargarejo em casos de infecção da garganta (como faringites, vírus, etc.).

No Brasil, o chá à base da casca é muito usado como antibiótico natural.

Suas raízes são usadas como vermífugo, para expulsar vermes como a tênia ou solitária. As flores da romã também são eficazes contra a diarreia.

Pesquisas preliminares testaram a aplicação com outros antioxidantes (como os dos derivados da casca da uva) e o óleo de semente de romã. Ainda são pesquisas, mas os resultados são promissores; há bons motivos para se testar mais e aguardar as respostas definitivas.




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Benefícios da Romã - 3


Os benefícios, claro, só aparecem com o consumo freqüente da fruta. O recomendado é que se beba 50 mililitros do suco concentrado todos os dias. Portanto, não exagere, basta uma fruta ou um suco ao dia, é mais do que suficiente.

Para tirar as sementes é fácil, basta cortar com a faca em duas metades na linha horizontal da fruta. Depois dê pequenos cortes de dentro da película branca para fora das cascas. Então, é só dar leves batidos na parte de trás de cada metade da romã, com a parte de manuseio da faca, que as sementes cairão.

Importante: é preciso cautela com riscos de intoxicação por superdosagem da romã. Nas infusões, não deve ser consumida mais do que 1/4 da casca da fruta. Sua ação é potente para atacar bactérias causadoras das infecções, mas substâncias contidas na fruta, também podem agredir a mucosa intestinal, além de causar paralisia temporária.

E evite aquecê-la, o calor destrói as propriedades da fruta.

No Brasil, por enquanto, são poucas as opções no mercado, uma delas é uma bebida que contem extrato de romã (e de outras frutas vermelhas). Superconcentrada, vem numa garrafa de 470 mililitros, vendida no sistema de porta em porta, custa em média R$ 50 reais. O preço é meio salgado, mas a vantagem é que rende 10 doses e age como alimento funcional, ou seja, protege, evita e até pode tratar doenças. Tem a versão tradicional com açúcar, mas é preferível a sem nenhum tipo de adoçante artificial, o sabor doce vem da própria fruta (frutose).

Fazendo o próprio suco:

Receita de um suco simples: Bata a romã, bem lavada (passar uma escova), com a casca, sementes e polpa (não obstante, dispense a película branca, ela é amarga) com um pouco de água no liquidificador ou na centrifuga, coe e beba. 

Ou então, faça um suco de uva e romã: Passe 1 xícara de chá de uva Thompson (ou preferencialmente, orgânica) e 1/2 xícara de chá de sementes de romã na centrifuga (ou bata no liquidificador) com 1 xícara de chá de água. Coe e sirva em seguida com gelo. Essa dá dois copos de 80 calorias cada. 

E também, sugiro uma opção de bebida com a fruta mais simples de preparar: Coloque as sementes da romã na jarra ou garrafinha de água, junto com gotas de limão. Fica bem refrescante!

Se preferir, salpicar os grãos inteiros nas saladas verdes ou de frutas, para deixar a salada colorida, diferente e mais rica em nutrientes. Sendo que a romã é bastante usada nos pratos árabes, acompanha bem a deliciosa pasta de berinjela (Baba Hanuj), de que sou fã!

Se tiver um jardim, vale a pena plantar a árvore. Também é facilmente cultivado, até mesmo em vasos de plantas perto da janela, com um pouco de sol, o pé de romã se desenvolve bem. Sua versão em bonsai é muito popular, tenho uma romã na janela, de uns nove anos que, uma ou mais vezes ao ano se enche de pequenos frutos. Certamente, ter um pé de romã em casa é um belo ornamento!

Não importa como for usá-la, o fundamental é saber que você estará colocando uma dose extra de antioxidantes, minerais, e um gostinho a mais no cardápio.




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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Diabetes Gestacional - Sintomas, Tratamento e Cura

Diabetes Gestacional - Sintomas, Tratamento e Cura



O que é Diabetes Gestacional?
Sinônimos: diabetes mellitus gestacional, intolerância à glicose na gravidez

Diabetes Gestacional é uma condição caracterizada por hiperglicemia (aumento dos níveis de glicose no sangue) que é reconhecida pela primeira vez durante a gravidez. A condição ocorre em aproximadamente 4% de todas as gestações.

Geralmente, o Diabetes Gestacional se cura logo após o parto. Mas se você teve Diabetes Gestacional, você está em risco para o diabetes tipo 2. Dessa forma, é importante manter os cuidados e acompanhamento médico mesmo após ter o bebê.


Causas

Não se sabem ao certo por que o diabetes gestacional se desenvolve. Sabe-se que o diabetes normal acontece quando pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). Seu corpo digere o alimento que você come para produzir açúcar (glicose) que entra em sua corrente sanguínea. A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.

Durante a gravidez, a placenta, que liga o seu bebê para seu suprimento de sangue, produz altos níveis de vários hormônios. Quase todos eles prejudicam a ação da insulina nas células, aumentando o nível de açúcar no sangue. Dessa forma, uma elevação modesta de açúcar no sangue após as refeições é normal durante a gravidez.

Conforme seu bebê cresce, a placenta produz mais e mais hormônios que atuam no bloqueio de insulina. No diabetes gestacional, os hormônios placentários provocam um aumento do açúcar no sangue em um nível que pode afetar o crescimento e o bem-estar do bebê. O diabetes gestacional geralmente se desenvolve durante a segunda metade da gravidez.


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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Diabetes Tipo 2 - Sintomas, Tratamento e Cura

Pré-diabetes - Sintomas, Tratamento e Cura



No Diabetes Tipo 2, o organismo produz insulina, mas ela não exerce a função adequada. Isso acontece por duas razões: 

As células beta do pâncreas produzem insulina, mas não o suficiente para baixar o açúcar no sangue e produzir a energia que o corpo necessita.

Em uma condição chamada de resistência à insulina, as células do corpo não funcionam corretamente, por isso não conseguem captar a insulina e manter a glicose controlada.
O diabetes tipo 2 representa de 90% a 95% dos casos da doença, e geralmente se desenvolve após os 40 anos de idade. No entanto, tanto o diabetes tipo 1 quanto o tipo 2 podem se desenvolver em qualquer idade, inclusive em crianças.

Na maioria dos casos, o tratamento do diabetes tipo 2 inclui prática regular de atividade física, dieta alimentar e uso de medicamento oral. Seguindo o tratamento corretamente, é possível manter a glicemia controlada e prevenir e/ou retardar as complicações associadas à doença. Em alguns casos, portadores de diabetes tipo 2 necessitam de medicação oral e/ou doses de insulina para controlar o açúcar no sangue.


Sintomas

Os sintomas do diabetes tipo 2 são semelhantes aos do tipo 1. A diferença é que, geralmente, eles se desenvolvem mais lentamente e podem passar despercebidos por meses ou anos. Check-ups regulares são importantes para a detecção precoce da doença e prevenção das complicações. Os sintomas mais comuns do diabetes tipo 2 são: 

Sede excessiva

Vontade frequente de urinar

Aumento da fome

Súbita visão turva

Fadiga 

Feridas que não cicatrizam

Açúcar na urina

Sensação de formigamento e alfinetadas nos pés

Pele seca

Frequentes infecções vaginais e da bexiga

Causas e fatores de risco

Sabe-se que a genética e o histórico familiar têm uma grande relação com o surgimento do diabetes tipo 2. Se um dos pais tem diabetes, a probabilidade de os filhos também desenvolverem a doença é alta. Por isso, é importante realizar o check-up anual.

Além disso, o estilo de vida também desempenha um papel especial no aparecimento da doença. O aumento do sedentarismo e dos casos de obesidade visto nos últimos anos justifica o crescimento de novos casos de diabetes tipo 2, especialmente em crianças com sobrepeso e que não praticam exercícios físicos.

Outros fatores de risco que merecem atenção: 

As pessoas geralmente desenvolvem o diabetes tipo 2 após os 45 anos de idade, mas nos últimos anos a média de idade de diagnóstico tem sido mais baixa. A doença também está começando a aparecer em crianças.

Mulheres que tenham desenvolvido diabetes gestacional possuem 40% de chance a mais de desenvolver diabetes tipo 2.

Para lidar melhor com o diabetes tipo 2, atentar às seguintes questões:

Quais são os efeitos colaterais da medicação? 

O que fazer se esquecer de tomar os remédios?

Dieta e exercícios físicos ajudam a controlar a glicemia?

Qual é a meta glicêmica?

Quais são os sintomas da hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue)?

Quais são os sintomas da hiperglicemia (açúcar elevado no sangue)?

Quantas vezes por dia é preciso monitorar a glicemia?

O que é uma taxa glicêmica fora da normalidade?

Quando solicitar ajuda médica?



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